Tô com uma preguiça ducaramba.
Mas hoje foi um dia legal; mais um dia das mães, com almoção em companhia da minha mãe e da minha avó.
Nunca gostei muito dessa história de "dia disso", "dia daquilo", "dia dele", "dia dela"...
Mas o dia das mãe é especialmente válido.
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Ontem vi uma entrevista do Pedro Bial no programa Altas Horas.
Gostei bastante.
O cara é bem inteligente, de vocabulário rico. E sabe se expressar.
Foi particularmente interessante o paralelo que ele traçou - quando perguntado sobre uma declaração que havia dado tempos atrás - entre Big Brother e Guimarães Rosa (!), usando o termo cultura como intersecção.
Realmente os tempos modernos (dá-lhe Lulu), principalmente da segunda metade do século XX pra cá, trataram de desconstruir tendências e colocar certezas em xeque.
Não existe mais - ao menos não deveria mais existir - tooooooda a distância entre a 'alta cultura' e a 'baixa cultura', o erudito intelectual e o mero mortal.
(Existe, sim, a distância entre o conhecimento e as oportunidades e o povo. Essa... tsc tsc)
Caminhando junto a isso, eventos como o Big Brother são bastante representativos no que diz respeito à cultura de massa dos dias de hoje (televisão, exposição, fama, "o que você faria por 1 milhão" etc).
É claro que ninguém está muito interessado em ficar vendo os caras sentados à beira da piscina pensando na morte da bezerra - bom, pelo menos eu, não - , mas é curioso perceber as mudanças de atitudes e comportamentos ao longo daquela maluquice toda.
Afinal de contas, são pessoas absolutamente comuns, exatamente como eu e vocês.
Já dizia Andy Warhol que "todo mundo será famoso por 15 minutos"...
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domingo, 11 de maio de 2008
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